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segunda-feira, 3 de abril de 2017

13 Reasons Why- Personagem lésbica, Courtney Crimsen.

Os 13 porquês conta a história de Clay (Dylan Minnette), um rapaz que sofre pela morte de Hannah Baker (Katherine Langford), colega de escola por quem estava apaixonado. Hannah cometeu suicídio e, logo após, pessoas que supostamente tem a ver com a morte da garota começam a receber fitas com mensagens gravadas por ela. Serão 13 episódios ao total e cada um será dedicado a uma das fitas. 
Uma dessas personagens é uma garota lésbica que não se aceita,  Courtney Crimsen, uma aluna popular, filha de pais gays, supostamente uma garota legal, que é na verdade uma manipuladora que usa as pessoas para a popularidade. Hannah pensou que elas haviam se tornado amigas depois de brincar de tentar pegar Tom Peeping (Tyler), mas Hannah descobre que Courtney, também, tem perpetuado boatos sobre ela.


Como não dou spoiller, não posso contar mais sobre o que acontece entre elas, mas a reação dela a possibilidade de ser tirada do armário, me deixou em alerta. 
Courtney é filha de pais gays, deveria não ter preconceito quanto a sexualidade, dela e dos outros, seria o mais sensato, mas a série revela um fato que vejo em muitas pessoas que estão no "armário" elas são muito mais preconceituosas e até mais cruéis que pessoas héteros. 
Não sou formada em psicologia, mas sei que por muitas vezes é necessário pedir ajuda, nem precisa ser de alguém conhecido ou parentes, pois é mais difícil, mas peça caso você esteja passando por isso, estou aqui sempre. 
E logo em breve o Livro do blog, aguardem!
Beijos da sua amiga Menina L  
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domingo, 2 de outubro de 2016

Azul é a cor mais quente. Filme da semana.

Gente link perfeito filme completo no You Tube.
Adoro esse filme ele mostra a história de Adele e Emma, focando mais na vida de Adele, que se envolve amorosamente com uma mulher, isso muda toda sua vida.
A passagem da adolescência para o dia a dia adulto é um momento difícil de viver e ainda mais difícil de explicar. Por isso, são poucos os filmes que realmente se arriscam em traçar este caminho. E este é o caso de Azul é a Cor Mais Quente. Esqueça tudo o que leu sobre o filme. Não se trata de uma obra sobre duas mulheres que "se pegam" o tempo todo. Trata-se, sim, de uma produção ímpar sobre descoberta da juventude. O amor e o sexo estão ali, é claro, mas como pano de fundo para algo bem mais complexo.Adèle (Adèle Exarchopoulos) é uma garota de 15 anos que divide sua rotina entre completar o ensino médio e dar aulas de francês para crianças. Determinado dia, ela conhece Emma (Léa Seydoux), uma artista plástica de cabelos azuis. As duas começam a se conhecer e dão início a um relacionamento intenso. O filme tem em sua longa duração um dos seus pontos positivos.


 Link:

O filme só tem legendado, assistam vale a pena!
terça-feira, 27 de setembro de 2016

Setembro Amarelo - Mês de prevenção ao suicídio.


A Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, realizou um estudo sobre a relação entre a opção sexual e o suicídio entre jovens. Os resultados mostraram os homossexuais têm mais probabilidade de praticar o ato. Além disso, a pesquisa concluiu que o local de convívio social também exerce bastante influência – ambientes mais abertos à homossexualidade apresentam menos casos de suicídio.

Cerca de 32.000 jovens anônimos participaram do estudo. Os dados analisados pela equipe são provenientes de uma pesquisa anual realizada pelo estado do Oregon, a Oregon Healthy Teens Survey. Os participantes são alunos de escola púbica entre 13 e 17 anos. Com base nas respostas dos jovens, a pesquisa concluiu que a probabilidade de um homossexual cometer suicídio é cinco vezes maior do que um jovem heterossexual.
Porém, o ambiente em que o jovem convive pode fazer muita diferença. Os adolescentes que vivem e estudam em locais que aceitam melhor gays e lésbicas têm 25% menos probabilidade de tentar suicídio do que os ambientes mais repressores.

Estudos anteriores apontam que o suicídio é a terceira principal causa de morte entre jovens de 15 a 24 anos nos Estados Unidos. “Este estudo sugere como podemos reduzir as tentativas de suicídio entre gays, lésbicas e bissexuais. Mostra também que a criação de um ambiente escolar bom para os homossexuais pode levar a melhores resultados na saúde de todos os jovens", declarou o psicólogo Mark L. Hatzenbuehler, responsável pela pesquisa, ao EurekAlert.
sábado, 10 de setembro de 2016

Filme da semana- Imagine eu e Você!


Esse filme conta a história de uma mulher que se casa e se apaixona, pela florista do seu casamento, ela vive no drama de não saber lidar com um sentimento novo, e por uma mulher. Vale a pena conferir.


Sinopse

Heck e Rachel, depois de anos de namoro, resolvem se casar. Os dois estão numa relação sem grandes emoções. No dia do casamento, Rachel conhece Lucy e começa uma amizade muito intensa com a moça. Entretanto, quando esses sentimentos se aprofundam, Rachel fica confusa sobre quem ela realmente ama.



No nosso canal do YouTube você pode ver completo e dublado.
Veja aqui


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domingo, 4 de setembro de 2016

Homosexualidade é genetica



“Baby, eu nasci desse jeito!” canta Lady Gaga, se referindo aos homossexuais, bissexuais e transexuais, em uma famosa música de 2011. De fato, nas últimas duas décadas, cientistas vêm aumentando as evidências de que a homossexualidade não é uma escolha, mas sim determinada pela genética. Muitas pesquisas em sexualidade começam a demonstrar isso. Por exemplo, sabemos que a homossexualidade é mais comum em parentes biológicos de outros homossexuais do que de heterossexuais . Estudos também mostram que a chance de que gêmeos idênticos sejam ambos homossexuais é mais alta do que para irmãos não gêmeos . Recentemente, um estudo com 409 pares de irmãos gêmeos homossexuais, o maior realizado até hoje, encontrou duas regiões contendo genes que influenciam o desenvolvimento da orientação sexual.



O DNA é composto por nucleotídeos. Quando apenas um nucleotídeo é trocado na sequência de um gene, chamamos isso de SNP (polimorfismo de nucleotídeo único). Os pesquisadores analisaram os genomas dos 818 indivíduos (gêmeos homossexuais) e também o genoma de mais 90 familiares não-homossexuais desses gêmeos. A análise encontrou SNPs em diversos genes. Isso significa dizer que homossexuais têm alguns genes cuja sequência tem uma única alteração, se comparada aos mesmos genes em heterossexuais. Em geral, uma pequena mudança na sequência gênica pode fazer com que o gene se expresse de maneira diferente entre os indivíduos, originando diferentes características. No estudo, as regiões com mais SNPs encontrados estão presentes no cromossomo 8 e no cromossomo X (que é um dos cromossomos sexuais).


Dentre os genes com SNPs, muitos estão relacionados ao desenvolvimento neuronal ou participam na neurotransmissão.Isso significa dizer que a orientação sexual parece ser determinada antes do nascimento. Algumas descobertas são interessantes: um gene expresso no cérebro, chamado CNGA2, é essencial para que exista comportamento sexual dependente de odor (o odor está ligado aos níveis de testosterona e é importante para a comunicação sexual) . Outros dois genes encontrados,AVPR2 e NPBWR1, têm relação com o comportamento e interação social em ratos.


Então está tudo explicado? Sequências diferentes nos genes determinam a orientação sexual do indivíduo? Não, nada é tão simples na natureza. Existem irmãos gêmeos (genomas idênticos) onde um é homossexual e o outro heterossexual, mostrando que os genes não conseguem explicar tudo. Mas a explicação para este fato parece ainda estar na genética, mais precisamente,epigenética. Simplificando, existem fatores que “ligam” e “desligam” nossos genes, e isso faz com que indivíduos com genomas idênticos possam ter características diferentes. Cientistas já encontraram pelo menos cinco regiões no genoma humano que são diferentes entre homo e heterossexuais, ou seja, alguns genes estão “ligados” em homossexuais e “desligados” em heterossexuais, e vice-versa. Evidências sugerem que essas diferenças são dependentes da posição do feto no útero e também da quantidade de sangue que o feto recebe da mãe.


A existência de homossexuais do sexo masculino sempre foi um paradoxo genético evolutivo, já que este existe em diversas espécies apesar da menor disposição para procriação que os indivíduos homossexuais possuem (com consequente não passagem dos genes para os filhos). Curiosamente, mulheres que apresentam a variante de genes homossexuais masculinos não são necessariamente homossexuais e apresentam maior fertilidade. Assim, a alta fecundidade dessas mulheres na população parece “compensar” a taxa de homossexualidade masculina. Alguns estudos mostram que certos genes relacionados à atração por homens parecem “funcionar” tanto em homossexuais, quanto em mulheres, e, no sexo feminino, isso leva ao aumento do sucesso reprodutivo.


Os últimos estudos sobre orientação sexual são, no mínimo, interessantes. Nossa sequência de DNA, juntamente com a epigenética, explica o porquê de mães e pais heterossexuais poderem ter filhos homossexuais, sendo o contrário também verdadeiro. Além disso, as descobertas em epigenética mostram o quanto o ambiente pode influenciar a orientação sexual do indivíduo, desde antes do nascimento. Do mesmo modo que nascemos com olhos castanhos ou azuis, temos nossa sexualidade intrincada ao nosso DNA. E aqui não me demoro nas questões de preconceitos. Deixo só o que Milton Nascimento cantava em 1975, e que hoje serve de tema para as manifestações contra homofobia: “Qualquer maneira de amor vale à pena”.


fonte: http://www.saense.com.br/2016/08/homossexualidade-e-genetica-e-nao-ha-cura/
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