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A primeira vez a gente nunca esquece!

Como devem saber estou escrevendo um livro, gostaria de compartilhar uma parte dele aqui com vocês, em breve, se tudo ocorrer bem espero ser...

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Meu estilo Bofe de ser: Sou meninas e gosto de roupa masculina, mas não sou transexual.


Ultimamente o tema da transexualidade está aberto a sociedade, o que acho ótimo, as pessoas não são obrigadas a se sentirem desconfortável no próprio corpo. Viva essa conquista,  o caminho ainda é árduo sabemos que nossa sociedade ainda é muito preconceituosa mas aos poucos e com muita luta estamos quebrando barreiras.
Estamos aqui para falar de estilo, saio muito e geralmente para lugares gays, de preferencia bares e boates voltados para nós lésbicas, encontro meninas de todos os estilos, por que hoje em dia não tem como definir um, graças a Deus, não gosto de rótulos, mas infelizmente ainda somos julgadas, pelo que usamos, ou nosso corte de cabelo. Dentro do nosso próprio meio somos julgadas e classificadas por isso. Mas nem isso define sua sexualidade.
A sexualidade de uma pessoa não depende da forma como ela se veste, mas sim do que ela sente em seu coração.
As pessoas naturalmente buscam uma explicação para tudo que foge a um “padrão social” – Meninas vestem rosa e Meninos vestem azul– Será mesmo?
Todos nós temos estilos e gostos diferentes, já pensou que chato seria se todos nós fossemos iguais?As lésbicas que optam por roupas mais masculinas não se importam com os rótulos. O que importa não é a roupa e sim a orientação sexual. Quando a menina revela que curte garotas, ela vai sofrer preconceito. Não interessa se está de batom ou se tem cabelo curtinho e usa boné.
Pode-se até misturar look feminino e look masculino e não ser lésbica.


 Eu não sigo padrões, de estilo de roupa ou cabelo, mas minhas amigas que usam roupas masculinas são muito mais estilosas que muita ladys que vejo por ai, minhas amigas bofinhos como gostam de serem chamadas.
Gosto de dizer que meninas que usam roupas de meninos, são muito mais bonitas que meninos metrossexuais.
A Metrossexualidade ou o metrossexualismo, logo o metrossexual: é um termo originado nos finais dos 90, pela junção das palavras metropolitano e sexual, sendo uma gíria para um homem urbano excessivamente preocupado com a aparência, gastando grande parte do seu tempo e dinheiro em cosméticos, acessórios, roupas e tem suas condutas pautadas pela moda e as “tendências” de cada estação. (Fonte: Wikipédia)

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quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Filme Amor por Direito.

Um dos marcos mais tocantes na luta pela igualdade de direitos da comunidade LGBTT dos Estados Unidos é, sem dúvida, o caso de Laurel Hester contra a cidade de Ocean County, Nova Jersey, em 2005, mostrado no filme “Amor Por Direito”.

Condecorada detetive de polícia, com 23 anos de experiência, ela foi diagnosticada com câncer terminal e teve que lutar, não apenas contra o próprio destino, mas contra o conservadorismo local para deixar sua pensão à companheira, Stacie Andree.
O drama “Amor por Direito” tenta se ater aos fatos. Laurel (Julianne Moore) e Stacie (Ellen Page) vivem o casal, que se mantém às escondidas com receio de que assumir o relacionamento prejudicaria na carreira policial. Posição, aliás, unilateral da detetive.
Laurel uma excepcional detetive, ela vive para defender a comunidade de traficantes e assassinos, ao lado do parceiro Dane (Michael Shannon).

Com o envolvimento cada vez maior com Stacie (19 anos mais nova) – tratado de maneira bastante frágil –, a trama ganha seu real significado e volta-se para o casal. Elas constroem um lar, sujeitam-se às restrições da lei (não podem casar, mas celebram uma união legalmente capenga), até a saúde de Laurel ditar o futuro.
O isolamento e invisibilidade delas são quebrados pelo advogado de direitos humanos Steven Goldstein (Steve Carell), personagem um tanto caricato, tendo em vista a postura de quem o inspirou. De um caso particular (e isso o filme mostra), a comunidade LGBTT o transforma em ícone. Não se trata mais de uma luta por igualdade, mas também sobre a legalidade do casamento entre pessoas do mesmo dito gênero.
Laurel quis apenas equidade na polícia. Transformou-se num exemplo pelos direitos civis. E Sollett não consegue levar esse contexto adiante, tal como Ron Nyswaner, com um roteiro bastante conservador. Em uma era em que direitos estão cada vez mais em pauta, o filme poderia ser mais icônico.
Quer ver on line? achei esse link aqui dá pra ver direitinho
http://www.filmesonlinex.net/amor-por-direito/

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domingo, 21 de agosto de 2016

Filme Paraísos Artificias

Olá meninas hoje vou falar sobre filmes com temática lésbica, o filme de hoje, na estreia, é o nacional Paraísos Artificiais.

 Estrelado pela gatissima Nathalia Dill, onde faz o papel da DJ Erika, bem sugestiva a profissão, pois a maioria das DJS femininas são Bi ou Lésbicas, não estou dizendo que todas hein, só 90% delas, kkkkkkk, voltando ao filme, calma meninas não vou dar spoiler (contar o filme), só vou deixar aqui um pedacinho do trailer, vale a pena assistir o filme, pois não fala da temática lésbica, mas de uma conexão entre pessoas , de limites, onde os excessos, a falta de controle, o abuso do uso de drogas, pode mudar o rumo da sua vida e de todos ao seu redor.
Quando assistir o filme tirei essa conclusão.
Aqui um breve resumo do filme:

Em uma paradisíaca praia do Nordeste brasileiro, Shangri-La -- um enorme festival de arte e cultura alternativa -- é pano de fundo de experiências sensoriais intensas entre três distintos jovens contemporâneos: Nando, a DJ Érica e sua melhor amiga Lara. Sem que percebam, como meras peças de um caótico jogo do destino, o encontro muda radicalmente suas vidas para sempre. Uma trama envolvente, em pleno boom da música eletrônica no Brasil, que apresenta uma comovente história de amor e superação, o envolvimento de jovens de classe média no tráfico internacional de entorpecentes, intensas celebrações, conflitos e destinos cruzados pelo tempo.

Essa é a minha parte preferida:


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sábado, 20 de agosto de 2016

Atletas lésbicas, gays e transexuais nas Olimpíadas Rio 2016!



Izzy Cerullo, jogadora brasileira de rugby, e Marjorie Enya, que a pediu em casamento, nesta segunda-feira, 8, no gramado de Deodoro, onde acontecem as partidas da modalidade (Foto: REUTERS/Alessandro Bianchi )

 A Austrália tinha acabado de conquistar, na noite de segunda-feira, a primeira medalha de ouro da história do rúgbi de 7 feminino nos Jogos Olímpicos. O estádio de Deodoro já estava quase vazio. Então, uma mulher entrou no campo com um microfone na mão e dirigiu-se a uma jogadora da seleção brasileira. E foi assim que Marjorie Enya, que trabalha como voluntária na Olimpíada, pediu em casamento a sua namorada, Isadora Cerullo. Depois de ouvir o “sim”, Enya, de 28 anos, improvisou uma aliança fazendo um laço no dedo de Isadora, de 25 anos, e o beijo das duas passou a ser uma das imagens mais populares dos Jogos Olímpicos do Rio até agora.
Esta é apenas uma das mais recentes imagens dos Jogos Olímpicos com vocação para acolher o coletivo LGBTQ(lésbicas, gays, transexuais, queer). Ainda que as disputas esportivas tenham o protagonismo na Rio 2016, a cada novo episódio do gênero a narrativa de respeito à inclusão se aprofunda.
E a nossa Rafaela Silva, ganhou a primeira medalha de ouro para o Brasil. Assumidamente gay.

Rafaela e a esposa Thamara

O número de atletas assumidamente LGBTQ – 43 no total – é o maior da história. Um deles, o britânico Tom Daley ganhou a medalha de bronze no salto sincronizado na segunda-feira. A judoca Rafaela Silva, o primeiro ouro do Brasil, também é lésbica. E, pela primeira vez na história, duas atletas estão casadas: as também britânicas Kate Richardson-Walsh e Helen Richardson-Walsh. Na noite da cerimônia de abertura, cinco dos ciclistas que puxavam as delegações dos países eram transexuais, incluindo a famosa modelo Lea T, que abriu caminho para os atletas brasileiros.
Olimpíada, reforçando a luta contra o preconceito.


Laerte conduziu a tocha em São Paulo, no dia 24 de julho (Foto: Reprodução/Facebook)


Jordhan Lessa foi o primeiro guarda municipal transexual a conduzir a tocha. Ele, que trabalha na instituição há 18 anos, participou do evento no Rio (Foto: Arquivo Pessoal)


Quando o revezamento da tocha passou por Ipanema, no Rio, um casal se beijou (Foto: Pedro Veríssimo/Twitter)


A modelo transexual Lea T conduz, de bicicleta, a delegação brasileira na cerimônia de abertura da 
Olimpíada Rio 2016 (Foto: Getty Images)


A jogadora de basquete americana Elena Delle Donne falou no Rio pela primeira vez abertamente sobre sua relação com Amanda Clifton. Elas se conheceram na faculdade. "Vamos nos casar", disse Elena ao Globoesporte.com (Foto: Instagram / Reprodução)






A boxeadora britânica Nicola Adams é bissexual assumida e costuma aparecer nas listas de referência LGBT, como a Pink List do jornal "The Independent". Ela já ganhou da rainha Elizabeth II o prêmio da Ordem do Império Britânico (Foto: REUTERS/Peter Cziborr)


A jogadora de basquete americana Seimone Augustus (à direita) se casou com a atriz LaTaya Varner em 2015. As duas começaram a namorar em 2006, quando se conheceram em uma boate em Minneapolis, nos EUA



Helen Richardson e Kate Walsh são sa seleção britânica de hóquei sobre grama. Elas jogam juntas desde 2000, mas começaram a namorar em 2008. Em 2014, se casaram (Foto: Reprodução / Instagram)

A jogadora de futebol sueca Lisa Dahlkvist assumiu ser homossexual em ume entrevista em 2008 (Foto: Reprodução / Instagram)

Larissa França (de camiseta branca) disputa medalha na dupla do vôlei de praia com Talita. Ela é casada com a também jogadora de vôlei Lili Maestrini (na foto com ela)


Julia Vasconcelos, do taekwondo, se assumiu publicamente em uma entrevista (Foto: Instagram / Reprodução)

A jogadora de futebol sueca Nilla Fischer (loira) com a mulher, Mariah Michaela. No Instagram, antes de vir para a Olimpíada no Rio, ela se declarou para a amada: "Vou morrer de saudade" (Foto: Instagram / Reprodução)


A jogadora de futebol do Brasil Mayssa Pessoa (à esquerda) namora há um ano a modelo Nikki
Schumacher

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sexta-feira, 12 de agosto de 2016

A seleção feminina de futebol do Brasil

presença feminina no futebol ainda busca uma afirmação no país do futebol. A maior dificuldade é tentar driblar o machismo, que é tão predominante na cultura brasileira. Em 2007, foi criada a Copa do Brasil de Futebol Feminina, que busca difundir o esporte no país e atrair novos talentos. Nós meninas que gostam de meninas, amamos futebol, a maioria joga e não se importa com o preconceito.

A melhor representante do futebol feminino nacional é a jogadora Marta, que foi considerada a melhor do mundo pela FIFA por 5 anos seguidos. Nascida em Dois Riachos-AL, mudou-se para o Rio de Janeiro com 14 anos em busca de um sonho. Jogou pelo Umea IK, na Suécia, onde obteve médias de gols impressionantes e foi eleita artilheira por quatro anos e melhor atacante em 2007 e 2008. Marta é a primeira mulher a jogar uma partida internacional de futebol masculino e foi eleita pela ONU, embaixadora da Boa Vontade. Sua trajetória é uma inspiração para futuras jogadoras.

Para quem não sabe nossa seleção sempre ganha as principais competições em que participa ou ganha Ouro, Prata ou Bronze confira as principais competições que ganhamos.
MEDALHAS
CompetiçãoVezesEdições
Medalha de ouroUniversíada de Verão2Pequim 2001 e Esmirna 2005
Medalha de ouroJogos Pan-Americanos3Santo Domingo 2003Rio 2007 e Toronto 2015
Medalha de ouroJogos Mundiais Militares2Rio 2011Mungyeong 2015
CONTINENTAIS
CompetiçãoVezesAno
Coppa America calcio.svgCopa América619911995199820032010 e 2014


Campanhas destaque:


Copa do Mundo de Futebol Feminino: 2º lugar (2007) e 3º lugar (1999)

Algarve Cup: 2º lugar em 2016

Copa Ouro Feminina: 2º lugar (2000)

Olimpíadas: medalha de prata (Atenas 2004 e Pequim 2008)

Jogos Pan-Americanos: medalha de prata (Guadalajara 2011)

Torneio Internacional de Futebol Feminino: 2º lugar 2010

Universíada: medalha de bronze (Banguecoque 2007, Shenzen 2011 e Kazan 
2013)

A seleção feminina fez uma campanha muito boa e hoje enfrenta a seleção da Austrália pelas quartas de finais, esse encontro dá um friozinho na barriga afinal na  Copa do Mundo, na edição de 2015, no Canadá, que própria Austrália acabou com o sonho verde e amarelo de sagrar-se campeão pela primeira vez. Com gol de Simon, o país da Oceania despachou Marta e companhia ainda nas oitavas de final do torneio. Derrota amarga que dá novos ares de revanche ao reencontro.
Desejamos boa sorte as nossas meninas que nos enchem de orgulho.


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